segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A IRA DA NATUREZA

A ciência tenta explicar todos os fenômenos naturais que assolam nosso planeta. A força das marés, movida pela força da lua, a incidência dos raios solares cada vez mais intensos sobre o planeta, enfim todas as mudanças climáticas ocorridas nos últimos anos. As chuvas fortes somadas a fortes ventos tem sido ultimamente os grandes vilões causadores de mortandade no Brasil e em vários países do mundo. As chuvas naturalmente vem acompanhadas de fortes ventos e relâmpagos, estes iluminam a atmosfera com intensos brilhos e sempre partem de nuvems carregadas em direção à um ponto mais próximo da superfície terrestre. Em campo aberto podemos vê-los se desprenderem do espaço em formatos belos e aterrorizantes, isso para não dizer mortais.


Explica-se que o fenômeno é causado pelo atrito de poeira metálica produzida pela industrialização da era moderna e a intervenção não inteligente do homem na natureza. Concordo plenamente, mas já nos primórdios de nosso planeta já aconteciam desastres como os de agora e naquela época não havia poluição e o planeta não era povoado por milhões de antenas de televisão ou celulares como agora. Então, toda a explicação dada pelos grupos estudiosos cai por terra.
Bem, toda essa introdução ficará sem sentido quando ficarem a par do que vou lhes relatar de agora em diante. Há pouco mais de uma semana, numa região rural do município de Medeiros no estado de Minas Gerais, uma família se reuniu na cozinha para tomarem o café da tarde. À  mesa se sentaram três adultos e um adolescente; haviam chegado da lida no campo e se refaríam tomando um lanche. No momento chovia, não uma tempestade, mas uma chuvinha aparentemente calma e com relâmpagos esparsos.  Mas sem explicação, a vida daquelas pessoas sofreria mudanças radicais. Repentinamente foram surpreendidos por algo inesperado, o telhado da casa veio abaixo acompanhado de um estrondo e intenso brilho. Um violento raio partiu a mesa em duas, ferindo os adultos e matando instantaneamente um adolescente de quatorze anos. Alguns segundos ou até mesmo minutos depois do sinistro se recobraram do choque e viram com tristeza que o menino estava morto; recebera em seu corpo toda a descarga elétrica de um relâmpago.

Há explicações para fenômenos assim? Se tomarmos a sabedoria científica que parte da instrução básica que os relâmpagos, trovões ou ráios sempre atingem o ponto mais próximo entre o firmamento e a terra, fica a afirmativa dos estudiosos sem sentido, pois os arredores da construção onde estavam é formado por frondosas árvores que despontam a vinte ou trinta metros de altura. E sendo assim, bem que serviriam como tais pontos. Por que o raio foi cair bem no centro da mesa e levando à morte um meninote que mal começara a vida?
Que me desculpem, mas estudos sobre fenômenos da natureza ainda estão longe de atingirem previsões verdadeiramente confiáveis. Nesse caso em particular, prefiro acreditar que uma força maior interferiu naquele local. O fenômeno, desencadeado ali, certamente tinha um destino marcado, o Jovem adolescente teria em outra dimensão, tarefas que somente ele poderia executar, talvez por desígneos de um ser supremo. Acredite, a vida de que desfrutamos nesse planeta é apenas passageira, é apenas um estagio para outras existências. Deus, em sua infinita sabedoria, é dono de planos universais fantásticos para todos os seres na terra, e cada um de nós lhe servirá como lhe aprouver. Podemos tentar explicar tudo, estudar ou mesmo reescrever os mistérios desse universo, mas jamais os desvendaremos.