sábado, 18 de junho de 2011

ESPÍRITOS EM CONFLITO

FATOS REAIS. POUPA-SE NESSE ARTIGO, OS ENVOLVIDOS. NÃO CITANDO NOMES E ENDEREÇOS E/OU RAZÕES SOCIAIS.
Dia 25 de outubro de 2009, 22:35 horas. Um paciente é conduzido numa maca às pressas pelos corredores de um hospital. Um erro médico ou uma medicação ministrada erradamente leva o paciente a entrar num processo alérgico fulminante que poderá levá-lo a morte. O paciente, identificado na portaria, é funcionário de uma grande empresa fabricante de alimentos situada em Uberlândia, no estado de Minas Gerais. Passou mal em horário de trabalho e foi aconselhado a procurar imediatamente acompanhamento médico. Liberado na portaria, dirigiu-se sozinho ao centro médico. Foi atendido pelo médico de plantão, que lhe receitou medicação intravenosa. Depois de ministrada a medicação o paciente piorou sensivelmente. Seu corpo deixa à mostra as reações da substancia que lhe fora aplicada. O caso toma rumo incontrolável; o médico não consegue reverter o efeito da medicação. Então o paciente entra num estado letárgico, talvez num aparente estado de morte. E é nesse momento que acontece algo estranho na casa onde sua esposa o espera. O telefone toca, ela atende mas do outro lado ninguém fala nada. Prende a respiração e afina os ouvidos por alguns instantes e consegue escutar uma respiração ofegante. Seu coração dispara, ela insiste para que a pessoa do outro lado fale, mas continua apenas a ouvir a respiração ofegante, agora, mais intensa ainda. A filha de pouco mais de um ano de idade que dormia no berço acorda assustada e chorando. Seus olhinhos, segundo a mãe, rebuscam todos os cantos do quarto como se estivesse vendo algo. Sem saber ou talvez pensando ser um trote, ela desliga o telefone e olha o número na bina. O número é da residência dos pais do marido, então, preocupada liga e quem atende é a sogra que nega não ter feito nenhuma ligação para ela naquele momento, ou mesmo, ter feito alguma brincadeira.
A esposa então relata que o marido fora trabalhar naquele dia passando mal, comenta estar agora preocupada com ele, pois já passa da 00:00 hs e ele ainda não chegou. Relata o acontecido a sogra, e agora, a tensão toma conta de toda família. Decide-se então ligar no serviço do marido, onde ficam sabendo que ele tinha sido encaminhado ao hospital. Imediatamente os pais se encaminham para lá, onde o encontram no quarto. Ele está inerte na cama, seu olhar está fixo num ponto inexistente no teto. Quando interrogado apenas balbucia palavras ininteligíveis. Um enfermeiro se aproxima e quando inquirido, não consegue explicar direito o que está acontecendo, e mesmo que insistam, não aparece ninguém que os ponha a par, algo estranho acontecera. Decidem então levá-lo a outro posto de atendimento, e lá, descobrem que lhe fora ministrado uma medicação errada. Seu estado agora é mais preocupante ainda, pois mesmo deitado numa cama com soros ligados nas veias ele não consegue falar nada, e constantemente tem reações intempestivas, chegando as vezes a desligar ou quebrar os aparelhos.

Assim foi até ao amanhecer quando finalmente passou o efeito da medicação. Graças a intervenção de profissionais competentes, e certamente de forças espirituais, os pais do paciente puderam levá-lo para casa. Cogitou-se nos dias mover processo judicial contra o hospital, pois a instituição, tida como uma das melhores da cidade mantem em seus plantões médicos aprendizes para atender as emergências. Certamente a ganancia por lucros cada vez maiores levam a direção de centros importantes como esse a agirem dessa forma. Mas como em vários casos que acontecem não só no Brasil mas em todo o mundo, mover uma ação não passou apenas da intenção. O tempo passou e o caso foi esquecido, ficando o paciente com as sequelas e a família com a triste experiencia. O mais incrível dessa historia é que nos registros da empresa telefônica não consta a chamada do suposto telefone da casa dos pais. Hoje, com os pensamentos mais coordenados, não conseguem entender quem fez a ligação naquele fatídico dia em que a esposa ouvia apenas a ofegante respiração do outro lado da linha. A única explicação, por mais impossível que seja, é que o próprio espírito do paciente no momento de desespero saiu de seu corpo e de alguma forma, manifestou-se através daquela assustadora chamada telefônica.