domingo, 26 de junho de 2011

CABOCLO DÀGUA

NÃO É LENDA, ELE EXISTE MESMO!
Nos noticiários de tv, a lendária criatura em referencia foi destaque na região mineira de Barra Longa, Mariana e Ouro Preto. Pelo menos imputam a ela os ataques a bezerros e até mesmo a moradores das regiões rurais. De prosa com amigos, esses me relataram já terem também visto o animal, ou sei lá como podemos defini-lo, pois conforme descrição fiz o esboço ao lado para representar a estranha criatura. Segundo eles, sua forma  lembra a humana, mas é escuro e tem a pele ou o couro bem liso, parecido com uma câmara de ar. É robusto e baixo e com uma barbatana nas costas, e mesmo que tenha forma básica humana, sua cabeça é em formato de cabeça de peixe. Seus olhos são minúsculos e o nariz apenas dois pequenos furos frontais. Lembra bastante aquelas figuras neandertais. Comentaram que a criatura não lhes hostilizou quando se depararam com ela, apenas os olhou apaticamente por alguns segundos e depois se atirou nas águas do riacho em que tinham ido pescar. Assustados e com medo, ainda puderam ver a barbatana fora da água descendo o riacho a procura de locais mais profundos, pois naquele local a profundidade era  rasa. Logo depois desse contato visual, os pobres companheiros deram asas as pernas, a pescaria ficaria para outro dia em local bem distante dali. A região em que viram esse estranho ser é no minicípio de São Roque, estado de Minas Gerais, precisamente numa comunidade chamada Paineiras. Esse riacho fica dentro das terras do Senhor Noé da Ariadne, e por coincidência nas proximidades da nascente do São Francisco. Há textos na internet que dizem ser a criatura protetor desse rio, mas eu prefiro acreditar que esse ser seja um híbrido de alguma forma de vida em evolução. Suas características são bem marcantes, pois seus pulmões tem capacidade de extrair o oxigênio tanto fora da água quanto debaixo dela. Certamente essa criatura vive em cavernas subterrâneas nas profundezas dos rios e de algum modo, na eterna escala de mutação de todas as formas de vida existentes, ela é apenas mais um elo perdido de nossa fantástica raça humana.
O ser em referencia vive desde os primórdios como uma lenda, nossos avós já falavam sobre ele, portanto são muitos contatos para apenas ser uma lenda. Ele existe, e certamente quando você for realizar aquela pescaria que vem planejando poderá ter oportunidade de comprovar sua existencia. Leve uma câmera, uma foto dele vale um bom dinheiro.
Essa página poderá ser reproduzida em outros veículos de comunicação, desde que sob previa autorização da administração de enígma.com.

sábado, 18 de junho de 2011

ESPÍRITOS EM CONFLITO

FATOS REAIS. POUPA-SE NESSE ARTIGO, OS ENVOLVIDOS. NÃO CITANDO NOMES E ENDEREÇOS E/OU RAZÕES SOCIAIS.
Dia 25 de outubro de 2009, 22:35 horas. Um paciente é conduzido numa maca às pressas pelos corredores de um hospital. Um erro médico ou uma medicação ministrada erradamente leva o paciente a entrar num processo alérgico fulminante que poderá levá-lo a morte. O paciente, identificado na portaria, é funcionário de uma grande empresa fabricante de alimentos situada em Uberlândia, no estado de Minas Gerais. Passou mal em horário de trabalho e foi aconselhado a procurar imediatamente acompanhamento médico. Liberado na portaria, dirigiu-se sozinho ao centro médico. Foi atendido pelo médico de plantão, que lhe receitou medicação intravenosa. Depois de ministrada a medicação o paciente piorou sensivelmente. Seu corpo deixa à mostra as reações da substancia que lhe fora aplicada. O caso toma rumo incontrolável; o médico não consegue reverter o efeito da medicação. Então o paciente entra num estado letárgico, talvez num aparente estado de morte. E é nesse momento que acontece algo estranho na casa onde sua esposa o espera. O telefone toca, ela atende mas do outro lado ninguém fala nada. Prende a respiração e afina os ouvidos por alguns instantes e consegue escutar uma respiração ofegante. Seu coração dispara, ela insiste para que a pessoa do outro lado fale, mas continua apenas a ouvir a respiração ofegante, agora, mais intensa ainda. A filha de pouco mais de um ano de idade que dormia no berço acorda assustada e chorando. Seus olhinhos, segundo a mãe, rebuscam todos os cantos do quarto como se estivesse vendo algo. Sem saber ou talvez pensando ser um trote, ela desliga o telefone e olha o número na bina. O número é da residência dos pais do marido, então, preocupada liga e quem atende é a sogra que nega não ter feito nenhuma ligação para ela naquele momento, ou mesmo, ter feito alguma brincadeira.
A esposa então relata que o marido fora trabalhar naquele dia passando mal, comenta estar agora preocupada com ele, pois já passa da 00:00 hs e ele ainda não chegou. Relata o acontecido a sogra, e agora, a tensão toma conta de toda família. Decide-se então ligar no serviço do marido, onde ficam sabendo que ele tinha sido encaminhado ao hospital. Imediatamente os pais se encaminham para lá, onde o encontram no quarto. Ele está inerte na cama, seu olhar está fixo num ponto inexistente no teto. Quando interrogado apenas balbucia palavras ininteligíveis. Um enfermeiro se aproxima e quando inquirido, não consegue explicar direito o que está acontecendo, e mesmo que insistam, não aparece ninguém que os ponha a par, algo estranho acontecera. Decidem então levá-lo a outro posto de atendimento, e lá, descobrem que lhe fora ministrado uma medicação errada. Seu estado agora é mais preocupante ainda, pois mesmo deitado numa cama com soros ligados nas veias ele não consegue falar nada, e constantemente tem reações intempestivas, chegando as vezes a desligar ou quebrar os aparelhos.

Assim foi até ao amanhecer quando finalmente passou o efeito da medicação. Graças a intervenção de profissionais competentes, e certamente de forças espirituais, os pais do paciente puderam levá-lo para casa. Cogitou-se nos dias mover processo judicial contra o hospital, pois a instituição, tida como uma das melhores da cidade mantem em seus plantões médicos aprendizes para atender as emergências. Certamente a ganancia por lucros cada vez maiores levam a direção de centros importantes como esse a agirem dessa forma. Mas como em vários casos que acontecem não só no Brasil mas em todo o mundo, mover uma ação não passou apenas da intenção. O tempo passou e o caso foi esquecido, ficando o paciente com as sequelas e a família com a triste experiencia. O mais incrível dessa historia é que nos registros da empresa telefônica não consta a chamada do suposto telefone da casa dos pais. Hoje, com os pensamentos mais coordenados, não conseguem entender quem fez a ligação naquele fatídico dia em que a esposa ouvia apenas a ofegante respiração do outro lado da linha. A única explicação, por mais impossível que seja, é que o próprio espírito do paciente no momento de desespero saiu de seu corpo e de alguma forma, manifestou-se através daquela assustadora chamada telefônica.