quarta-feira, 30 de março de 2011

OVNIS - ACREDITE, NÃO ESTAMOS SÓS!

O tema em questão é ainda extremamente obscuro ao nosso entendimento. Qualquer acontecimento ou relato com respeito à existencia de outros habitantes desse imenso universo parece ser tratado pelas autoridades como  algo muito perigoso, temido ou algo que se deva esconder. Citarei o exemplo da tal "área 51", de onde supostamente vasou informações de possível captura de seres de outras galáxias. Portanto onde há fumaça há fogo, ditado que vem à calhar para essa matéria. Durante muitos anos me contive para não relatar o que lerão nesse artigo, talvêz pelo medo de ser considerado maluco. Mas são fatos reais que aconteceram comigo ou com pessoas de meu convívio. Mas agora resolvi tornar meu testemunho público. O fato à seguir aconteceu às margens da represa Capim Branco II, á dezoito quilômetros de Uberândia, estado de Minas Gerais. A área, ocupada pela barragem é composta de densa vegetação e enormes pedreiras, certamente em outras épocas essa região pode ter sido um vulcão. Há no local enormes pedras de uma composição muito parecida com lava endurecida. Mas isso não interessa muito agora, vamos aos fatos. Como acontece sempre com essas áreas, logo a especulação imobiliária tomou conta e vários lotes foram vendidos no local. E com a ocupação deu início á construção de várias estradas de chão batido em meio à reserva. Eu adquiri um desses lotes e para tanto contratei os serviços de um trator para planar o local da construção do rancho.  O tratorista, sempre depois de um dia de trabalho se dirigia á sua barraca lá embaixo às margens da represa. Ali tinha água potável e local para cozinhar.

Mas naquela quinta feira de noite bastante escura, algo o deixaria de cabelos em pé. Por volta das 20:00 hs, quando se preparava para ir tomar seu banho, ele notou algo estranho do outro lado da margem. Uma enorme e brilhante bola de luz planava à altura das montanhas e se aproximava com movimentos rápidos de um lugar à outro. Segundo o operador de máquinas, não citarei seu nome pois prefiro mantê-lo anônimo. Mas investiguei sua conduta  e posso testemunhar ser o homem pessoa idônea, incapaz de inventar tais histórias. Continuando seu relato disse que o objeto repentinamente empreendeu um vôo rasante em sua direção, mas ele não esperou,correu à sua barraca e lá de dentro observou estupefato e trêmulo a intensa luminosidade que transformava a escuridão da floresta em dia de intensa claridade.   Segundo ele, o estranho objeto pairou sobre a barraca por longos  minutos, e depois, como se aproximara, empreendeu vôo em direção contraria. Naquele noite, comentou com uma risadinha, dormiu sem tomar seu precioso banho de represa. 

São relatos até um tanto difíceis de assimilarmos. A única prova que temos da veracidade de tais fatos é a palavra de seus protagonistas. Por ser tal assunto algo anormal sempre preferimos deixar de lado, mas tenha absoluta certeza, algo está acontecendo, nós não estamos sós nesse imenso universo. Toda essa imensidão não foi feita só para encerrar a raça humana, acredite.


       O CASO DE MEDEIROS EM 1966


Vivenciado por duas jovens que retornavam da escola na pequena cidade de Medeiros, estado de Minas Gerais. As duas meninas, com idade aproximadamente entre doze e treze anos voltavam à sua casa quando viram um objeto bastante brilhante no ceu. Não tinha formato de avião, segundo elas, era redondo como um disco e irradiava bastante luz apesar de ser ainda dia, por volta de 16:00 horas. Parecia flutuar inconstantemente indo de um lado à outro ou baixando e levantando, até que baixou vagarosamente na propriedade do senhor Aladim, um fazendeiro da região. As meninas, em seu relato continuaram o seu caminho para sua casa, sem dar maior importancia ao fato.  No dia seguinte souberam pelo fazendeiro que um objeto do tamanho de uma casa havia pousado no pátio de sua fazenda e que dele descera dois homenzinhos pequenos de orelhas pontudas falando num linguajar que ele não entendia. Gesticulavam muito e apontavam para o objeto do qual tinham descido. Segundo ele parecia que eles estavam com algum problema, mas que não conseguia entender nada do que falavam ou gesticulavam. Pouco depois, sem sucesso entraram no estranho objeto e alçaram vôo novamente. Hoje, quando me recordo desse relato penso que certamente eles estivessem com algum problema na nave e desceram para pedir ajuda. No local do pouso ficaram as marcas de relva queimada que segundo o pessoal da região, puderam serem vistas por muitas pessoas, inclusive autoridades vindas das capitais, certamente ligadas ao governo.

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AREA 51

Situado no estado Americano Nevada, acerca de 190 Km a noroeste de Las Vegas, encontra-se um lugar que não aparece em nenhum mapa oficial. O acesso a este território, do tamanho da Suíça, está estritamente proibido.
Este sitio é da “Nellis Air Force Range” e o sitio nuclear de Navada mais conhecido por “Área 51” ou “Zona 51”. Foi fundando em 1954 para servir de base secreta para “Lockeed Aircraft Corporation”, uma companhia de armamento e de aeronáutica. O sítio tornou-se então um lugar altamente secreto dedicado aos ensaios de projectos de defesa tecnologicamente muito avançados, tais como o bombardeiro furtivo “Stealth” e outros programa estimados em 35 mil milhões de dólares americanos. Os média falaram pela primeira vez da “Área 51” em 1987, por causa de um incêndio químico que ocorreu na base do lago Groom e que causou varias vitimas. Atrás do incidente, o governo Americano teve que reconhecer a base ultra secreta.
Em 1989, um antigo técnico do sítio declarou que existia uma actividade OVNI ao redor da zona. Este técnico é Robert Lazar. Robert afirmou ter trabalhado cinco meses como cientista entre 88 e 89 e revelou para a televisão que o governo Americano dirigia ali um programa de pesquisa sobre resto de discos voadores.
Depois destas declarações, recebeu ameaças de morte e também dispararam sobre o seu carro. Um jornalista que começou que começou a investigar a zona também foi alvo de ameaças. Também um engenheiro em electricidade que afirmou ter visto um disco voador na zona. Que escondem então detrás da “Área 51” para que o seu segredo esteja tão preservado e os façam tomar medidas tão radicais? Pelo que se conta, havia outro sitio ultra secreto no interior da zona 51. Este sítio tem o nome de sector S4 e é aqui onde eram guardados os restos de OVNI. O sector S4 é um subterrâneo situado na parte montanhosa perto do lago Papoose.
Robert Lazar pertencia a uma equipa de 22 engenheiros que trabalhava para o exercito para estudar o modo de propulsões dos OVNI. Robert Lazar visitou os famosos discos do sector S4 e pôde consultar muita documentação sobre OVNI e os seus ocupantes, pequeno seres sem pêlo e catalogados que provinham da zona estelar de Zeta Reticuli. Confirmou-se que Robert Lazar trabalhou na “Área 51” e o governo nunca negou.
Outra provas apareceram para completar um pouco mais o quebra-cabeças. Em 1995, uma sociedade Alemanha publica um vídeo titulado “secret of the black world”. Nele pode-se ver um objecto luminoso planeado em cima da zona, todo ele filmado por uma câmara de T.V. japonesa: Norio Hayakawa.
Segundo as declarações da câmara, o objecto não era nenhum avião do tipo clássico. Outro repórter conseguiu chegar ao coração da zona e do sector S4, e conseguiu filmar uma sala cheia de grandes contentores que continham material extraterrestre.
Pouco a pouco as peças do puzzle se vão montando no seu sítio e um dia nos permitirão ter uma melhor visão do lugar mais secreto da terra.

EXTRATERRESTRES

Existem muitos seres que visitam a Terra vindos do espaço exterior. A distância é tal que as suas diferenças não são apenas físicas, também dimensionais, e as suas intenções são também muito diversas. Alguns deles vieram para observar, outros para investigar, ajudar… E há também outros com intenções más e não muito claras. O mais importante é poder conviver com eles, pois cada vez é mais evidente a sua presença entre os humanos do planeta Terra.
Há muitas teorias em relação ao lugar de onde eles vêem, mas não há nenhuma prova absoluta que demonstre nenhuma teoria. Algumas delas especulam sobre a opção de que os extraterrestres vieram de outros planetas, mas outras dizem que vieram de outras dimensões. Existe outra crença que diz que os ocupantes de OVNIS vieram do futuro.
Mas a teoria mais intrigante a propósito da origem dos extraterrestres provem do testemunho de Betty e Barney Hill, que foram raptados em 1961. Neste rapto, os extraterrestres ensinaram Betty Hill uma carta de constelação em 3 dimensões. Ela desenhou essa carta em sonhos, quer dizer, por uma hipnose. Anos depois, uma técnica em astrologia de Ohio, Marjorie Fish, comparou essa carta com varias maquetas de constelações da nossa galáxia. Ela encontrou uma correspondência entre elas e concluiu que as principais estrelas que estavam representadas nelas eram as estrelas gémeas Zeta Reticuli I e II.


A teoria de Marjorie Fish é que essas duas estrelas são idênticas ao Sol e podiam perfeitamente ter planetas do tipo da Terra orbitando ao redor delas. E esses planetas também podiam ter vida inteligente.
Como vemos as teorias sobre a origem dos extraterrestres são muito numerosas. De igual número são as especulações sobre o aspecto real deles. Estas teorias foram criadas com bases das testemunhas das pessoas que tiveram contacto com eles, tenha sido por raptos ou visões. Fonte: site Fantasmas e ovnis.com.
Programa da CNN discute possível acobertamento de OVNIs
Em 2008, em programa veiculado na CNN, Larry King conversa com um grupo formado por especialistas sobre um possível acobertamento de OVNIs por parte do governo dos Estados Unidos durante os últimos anos.
O vídeo, em inglês, mostra excelentes imagens de objetos voadores não identificados, até o momento, interceptando mísseis e, a princípio, desativando-os.
Assista ao vídeo:
http://youtube.com/watch?v=024-0kErXqw
Fonte: CNN / diHITT



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domingo, 27 de março de 2011

A TÊNUE LINHA DA REALIDADE





__Entre o céu e a terra há mais mistérios que nossa vâ filosofia pode conceber. Alguém importante disse essa frase em algum tempo e lugar que não me lembro agora, mas é a afirmativa mais correta para uma humanidade como a nossa que ainda engatinha como uma  criança que tenta aprender a andar. Há algum tempo quando minha esposa esteve internada para dar a luz ao nosso caçula, ela vivenciaria uma estranha experiência. Eu estava na sala de espera e fumava um cigarro atrás do outro, tamanho era o meu nervosismo. Parecia que seria o primeiro filho que teríamos, mas nestas situações a gente nunca fica confiante, fica sempre pensando que algo pode dar errado. Na sala de partos, depois de algumas horas de cirurgia  tudo  correu bem e o bebê veio ao mundo sadio e perfeito para a Graça de Deus e nossa satisfação. Mas algo imprevisto deixaria o doutor Nicoláu e sua equipe em estado de alerta máximo. Ainda com o ventre aberto pela cesariana minha esposa sofreu uma parada cardíaca que a levou praticamente à morte. Não fosse a intervenção de forças que considero serem de além desta dimensão, eu a teria perdido para sempre. Os detalhes à seguir ela me relatou alguns dias depois quando já estava em casa no resguardo que é aconselhado para depois destas intervenções. Contou-me ela que se sentia bem até o momento em que o bebê nascera, mas logo após começou a sentir uma enorme pressão que partia dos membros inferiores e lhe subia até o pescoço cortando-lhe totalmente a respiração. Ainda consciente, concluiu que estava desfalecendoe fazendo um último esforço clamou por Nossa Senhora Aparecida, santa que lhe tem grande devoção. Após estes sintomas não sentiu mais o seu corpo, desfaleceu, e em segundos, como se tivesse sido teletransportada, se viu num grande campo coberto por uma vegetação parecida com capim. Além desta vegetação, dificultava – lhe o caminhar um espesso nevoeiro que se fazia no momento. Percebeu também que o chão era irregular, repleto de altos e baixos, fazendo com que às vezes pisasse em falso.  Após caminhar à esmo, vislumbrou através da cerração uma muralha muito alta que parecia ir de encontro às nuvens. Construída com grandes blocos de mármore tinha sua sustentação em grossas colunas cilíndricas ao longo de toda a extensão. E circundando- as, anéis dourados conferiam à estranha edificação, sobriedade e beleza inimagináveis. Era algo novo, fantástico, inusitado. E à frente do grande portal, a silhueta autoritária de um senhor de boa idade delineava-se altiva, magnânima. 
Os longos cabelos brancos caindo em cachoeira davam à ele a aparência de um Deus. E mostrou não se surpreender com sua chegada, parecia que já a esperava. Não conhecendo o lugar deteve-se tímida e educada. E curiosamente não sentiu medo, aquele senhor lhe transmitia imensa confiança, e estranhamente ele não disse uma só palavra, porque não foi  necessário.   Naqueles  segundos  em  que  estiveram  frente  à  frente, ela  me  confessou  ter sentido uma inexplicável paz de espírito. O olhar sereno e aguçado vasculhou-lhe  os  mais  recônditos recantos de sua alma e mesmo assim sentiu-se protegida, arrebatada. Emocionada conta que quando fez menção de se aproximar mais, ele levantou a mão vagarosamente e com o poder de uma Divindade à mandou retornar. Neste exato instante, novamente ela se viu na sala de cirurgia ouvindo o doutor Nicolau comentar com os assistentes que ela lhes pregara uma boa peça. Por pouco a tinham perdido, finalizara com ar preocupado. Ainda hoje eu me arrepio só em pensar neste relato, segundo o doutor Nicolau, ela sofrera realmente uma parada cardíaca e estivera desfalecida por aproximadamente uns dez minutos. Tiveram que usar o desfibrilador para reanimá-la. É inexplicável como um pessoa passa por uma situação destas, de se ver em locais onde jamais imaginou ou estivera. Mais incrível ainda foi quando o fantástico personagem à mandou voltar, e ela instantaneamente recuperou-se mediante às ações que a equipe médica lhe ministrava. Sou católico apostólico romano, mas raras vezes vou à igreja orar, deveria ir mais, mas temo e creio piamente num ser supremo que criou todo o universo. E a morte, bem, para mim a morte é apenas a perda de nossa massa corpórea, o espírito segue após para outras existencias. E certamente naquele dia minha esposa esteve às portas de uma outra dimensão, mas como não estava pronta, foi arremetida de volta à vida terrena. Mistérios ou fenômenos como este não são a primeira vez que acontecem. As vezes, debaixo de nossos narizes, o enigmático cruza sem percebermos essa frágil linha que limita o que chamamos de vida e morte. 

Textos e ilustrações : Joel D.Oliveira / Todos os direitos reservados. ( Autorização para cópias deverão serem solicitadas por e-mail.e deverão mencionar o autor e o blog. 

sábado, 26 de março de 2011

O HOMEM QUE VIRAVA CUPIM

__Não quero impressionar e acreditem se quiserem, mas já que estou falando do sobrenatural, não vou me eximir de lhes contar mais esse. Essa conto foi vivenciado na década de 1950 e envolveu diretamente um dos irmãos de meu avô Luiz. Para que se situem melhor, Fortunato foi o primeiro filho de um imigrante português com uma índia chamada Jaçanâ. O homem saíra bem as fuças do pai como se dizia na época. Ainda solteiro e rapagão forte, tinha nas veias doses desequilibradas do sangue índio com o português. Era devasso, qualidade ou defeito que nem todos os filhos herdaram. Envolvido com mulheres de vida fácil bebia da branquinha como ninguém, e isto o aproximou de um suposto amigo que mais poderia ser considerado como inimigo. A suposta amizade em questão tinha o dom da feitiçaria, prática muito promovida numa comunidade próxima do povoado de Bambuí. A convivência faz-nos adquirir sem perceber as qualidades e defeitos das pessoas com quem nos relacionamos, e para isso existe um ditado: Dize-me com quem andas que lhe direi quem és. Pura verdade, acabou que Fortunato aprendera a arte. Digo arte porque ele não a usava para fazer mal à ninguém, somente para se proteger quando aprontava bagunça e era obrigado à sair do povoado à galope com a polícia atráz. Todo fim de semana era a mesma coisa, lá pelas tantas ouvia-se o galope do cavalo de fortunato sendo perseguido por uma meia dúzia de soldados pela rua afora. Numa dessas perseguições, decidiram os agentes ir mais além para ver se conseguiam deter o velhaco. Naquela noite fortunato quase fora capturado próximo à região do Mato Frio. Com os cavalos ofegantes pela cavalgada forçada os praças avistaram o bagunceiro, e dessa vez eles tinham uma vantagem, a lua estava tão clara que a noite parecia dia. Para se safar, Fortunato teve que usar do aprendizado que tivera com o amigo Fulô, macumbeiro afamado e temido do Barreiro. Deteve o animal e pulou no chão balbuciando algumas palavras e instantaneamente se transformou num enorme cupim. Chegando os praças ao local, somente viram seu cavalo pastando inocentemente

Acreditem, ele nunca foi capturado nas inúmeras vêzes que aprontou no povoado. E isso o encorajava à fazer o que bem queria. Temido, tinha fama de ser briguento, mas em casa com os seus era de imenso respeito e bondade. Por muitas vêzes achegou-se ao meu avô Luiz e lhe propôs ensinar as tais rezas, mas ele nunca quis. Dizia com seu vozeirão: 
Luiz, tem que aprender Luiz! Se quizer posso te ensinar!…
De grande estatura e corpulento usava como meu avô grossas calças de algodão tecido manualmente, e na cintura, preso por um corrião, levava um punhal de fio bem sensível. E não era só essas que ele aprontava não, nem assombração dava volta no caboclo. Certa noite já bem tarde, voltava ele de um pagode com o cavalo à passo, e quando passou por uma cava funda do caminho escutou um grito no outro lado da encosta. Achou que fosse algum companheiro e respondeu ao chamado. Novamente escutou o grito mais perto. Assim um grita de cá outro de lá, foi até que deu de topo com o trem que não era amigo nenhum, era o capêta. Foi o pandemônio, engalfinharam-se por um bom tempo rolando no chão, mas Fortunato, bastante arranhado acabou vencendo a contenda. Contou meu avô que nessa noite o irmão chegou em casa com a camisa em tilangos, mas nem por isso amedrontara-se. Era sabido por todos que toda vez que ele passava naquela cava, o medonho o cercava. E como era amante de uma boa briga, o pau comia. Mas um dia, cansado das farras e molecagens ajuizou-se. Casou-se e foi morar em Uberaba, onde criou família e morreu bem velhinho. 
 Texto e ilustração: Joel D.Oliveira / Todos os direitos reservados (Cópias poderão serem solicitadas por e-mail  e deverão conter créditos ao autor e o Blog.)